Acordei feliz como um golfinho. Vê se pode? Golfinho ta sempre feliz, né?! Peixinho também. E passarinho. Lembrei-me, como sempre, com saudade, de como as coisas tocavam-me, antigamente: o sol, o vento, os pinguinhos d’água que pulavam da mangueira da mulherzinha que lavava a rua. Acho que é esse céu! Dias bonitos assim, provocam efeitos dentro da gente. Dá vontade de ser o melhor, de alguém maior, desatar todos os nós.
No coração, um cadinho das minhas bobices, como se fossem grãos de esperança. É pra eu não esquecer que, apesar de tanta coisa feia, de tanta insensatez e crueldade, tanta hipocrisia e impaciência, as criações divinas ainda ganham com folga. Não deixo de acreditar na possibilidade dos milagres, na escolta dos anjos, na soberania do amor. E se alguém disser que é mentira, sou até capaz de inventar uma verdade melhor.
“Eu existi, eu sou, eu pensei, eu senti, e eu queria que você soubesse. Creio que o impulso é esse. É se fazer ver. Eu existo, olha pra mim, escuta o que eu quero dizer: tenho uma coisa pra te contar. Creio que é por isso que a gente escreve”. (Rachel de Queiroz)

Oi Fê!
Ficou tão lindo seu novo blog.
Que bom saber que as pessoas ainda tem tempo para lembrar de pequenos momentos que faziam ou fazem a gente feliz.
Parar e reparar o quando o dia está bonito, contemplar a beleza das coisas.
Eu também creio nos milagres, apesar de tudo.
O coração? Já nem sei o que sente.
Beijos!